quarta-feira, 25 de maio de 2016

Coitada da Magali



A Magali da Turma da Mônica vive comendo melancia. Fico imaginando o rombo no orçamento se ela viesse morar em bandas nipônicas.

Juro que vou parar de postar sobre o preço das frutas (claro, a não ser que eu veja um disparate imperdível!). Eu tirei as fotos das melancias com a minha mão, pra dar noção do tamanho pequeno das frutas.

A baby melancia, tamanho de um melão guadalupe pequeno custa 980 ienes, ou seja 31 reais. Já a grande, tamanho de um melão amarelo grandão, sai por 2700 ienes, 87 reais. Daí eu penso naquelas melancias gigantes que se vendem em caminhões pelas ruas,  por precinhos amigos! Aquela melancia que mata a sede da familia toda nas férias de verão, na praia...

Quando faz calor, a gente pensa mais no Brasil e em todas as coisas boas que vivemos ali!

domingo, 22 de maio de 2016

Fruta de ouro!


Continuando a série "Sou rica, comi fruta", vejam o melão. Um melão, perfeito, redondo, lindamente apoiado em papel, cuidadosamente colocado na caixa, que se fecha e faz dele um presente.

Reza a lenda que os japoneses escolhem algumas frutas na planta. As outras são arrancadas ainda pequenas, para que as poucas (ou a única às vezes) fruta receba toda a doçura dos nutrientes da terra, toda a água, toda a força daquela planta. Se a planta produz menos e com mais qualidade, é justo que o preço suba.

Vamos à conversão: um melão lindo custa apenas... 257 reais!!!!

Mas eu já comprei um melão a 350 ienes (11 reais), era horrível, quase um pepino. Noutro dia compramos um de 1500 ienes (48 reais) e estava delicioso. Esse da foto é só pra ver... me recuso a pagar tudo isso por uma fruta.

Noutro dia li uma notícia de que uma fazenda de melões tinha sido assaltada na madrugada, levaram 180 melões maduros que seriam colhidos na manhã seguinte. Se fossem como os melões da caixa, imaginem o prejuízo!

Aguardem! Tem mais! O Japão não cansa de dar assunto!

sábado, 21 de maio de 2016

Sou ricah! Comi fruta!!!!


Isso vai ser uma série. Mais pomposa que Downton Abbey! A vida no Japão não é barata, mas os preços no supermercado são bem tranquilos (ainda mais pra gente vindo da Suíça!)

No entanto, o preço das frutas ainda me choca. Existem lojas - não, boutiques - de frutas onde tudo é perfeito, todos os morangos têm a mesma cor e mesmo tamanho, cada fruta embalada como um presente... e os preços são exorbitantes. Mas mesmo no supermercado aqui da esquina tem melão embalado para presente! E neste mesmo mercadinho de bairro, cada manga custa 1980 ienes.

Espera, falemos em real! Uma manga custa a bagatela de 65 reais! Eu não tenho coragem de pagar!!!!

Aguardem mais frutas a preço de banana. Folheada a ouro!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Cores e sabores


Em cada país, usos e costumes diferentes, certo? Mas o que a gente não pensa é que cada país tem suas variedades de frutas e legumes!

Na Suíça, descobri que cenoura nem sempre é alaranjada; por lá tem cenoura branca, laranja, vermelha e preta. No Japão descobri outro dia uma melancia amarela. Hoje foi o dia dele, o aspargo!

Eu conhecia o primo verde, e o primo branco. Esse roxo da foto acabamos de ver. Mas ainda não comemos. Up date em breve!

Malu

domingo, 15 de maio de 2016

As ruas e os postes


Então. Uma foto feia, e tanto a ser dito sobre ela. Primeiro, os postes e os fios de luz, emaranhados, emporcalhando a paisagem. A gente mora no Brasil a vida inteira e mal se dá conta de que existem fios lá em cima, a vista se acostuma. Às vezes, na frente de uma favela, a feiúra chama mais atenção devido à concentração de "gatos", mas é vida que segue.

Na Europa e nos Estados Unidos (e não sei mais onde, talvez nos centros históricos de algumas cidades brasileiras, lembro que Parati queria fazer, não sei se fez.) a fiação é toda enterrada, e a diferença que isso faz no horizonte é imensa. Existem postes, claro, para a iluminação, mas os fios estão todos escondidos!

Mas não foi por isso que postei essa foto. Foi por causa dos postes, sim, mas porque eles ficam na rua!!!! Muitas ruas aqui não tem calçada, ou elas são muito estreitas. As ruas também são estreitas em sua maioria. E são de mão dupla em sua grande maioria. Acharam o problema?

Ruas estreitas, de mão dupla, e os postes ainda ficam na rua, limitando ainda mais o seu espaço útil. E para dirigir por aqui, na mão inglesa, em ruas sinuosas e estreitas, desviando de carros e postes... hoje, eu nem acho aqueles carrinhos japoneses quadradinhos e minúsculos tão feios assim.

Beijos

terça-feira, 10 de maio de 2016

Melancia melancia!


Chocados com a imagem? Eu fiquei! Eu sabia que havia esquisitices com as melancias japonesas, sempre procuro a famosa melancia quadrada (ainda não vi!), mas essa amarela foi uma surpresa.

Claro que fui pesquisar, e descobri que melancia amarela só existe em países frios. E essa que se vende hoje é enxertada até ficar tão boa quanto a vermelha, já que a amarela original não é tão doce ou saborosa.

Não, não comprei. Mas vou criar coragem e experimentar!

domingo, 8 de maio de 2016

Ainda sobre bicicletas!


Este é o estacionamento de bicicletas de um centro comercial pequeno, de bairro, pertinho de casa. Todo mundo aqui vai às compras de bicicleta. Saudável e econômico, além de não poluir o meio ambiente. Dá pra ver as bicicletas a perder de vista?

Difícil é achar lugar pra estacionar!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Bicicleta nao, mom's bike!!!!

Essa bonitona aí da foto é a famosa "mamachari". Se no Brasil as mães tem uma SUV para levar os filhos pra escola, no Japão o item obrigatório é a bicicleta. Equipada.

Eu sei que essa foto é confusa, são algumas bicicletas muito próximas umas das outras. Mas eu ajudo. Bicleta branca em primeiro plano: cadeirinha para criança atrás, outra cadeirinha infantil na frente, e ainda uma cesta de compras. Para finalizar, a mamachari tem um motor, afinal de contas, no Japão tem muita subida e os filhos pesam!

Eu já vi mães carregando três crianças na bicicleta, o maiorzinho vai de pé na travessa em cima do pedal. O governo japonês já lançou campanha pedindo pras mães não exagerarem na dose de filhos na bicicleta, o recomendado é no máximo dois.

Uma pesquisa indica que 25% dos estudantes e 16% dos trabalhadores usam a bicicleta como principal meio de transporte. Mas num país em que as ruas são estreitas, estacionamentos são raros e caríssimos, há segurança no trânsito (até avenidas grandes tem limite de velocidade 50km\h) e 80% da população é proprietária de uma bicicleta, não dava pra ser muito diferente. E, na maioria dos lugares, o estacionamento pras magrelas é gratuito.

Bora pedalar?